Dez minutos diante de ti
é com o banhar-me na luz
que surge na aurora;
dez minutos depois do momento
primeiro que sobre caiu meu olhar,
foi como fechar a janela
e deixar de sentir o vento;
dez minutos, um sexto de hora,
e agora, sou barco sem mar;
dez minutos distante de ti
foi o tempo que foi preciso
para eu sentir distante
a magia de tuas formas tão belas,
desenho que o meu olhar seduz,
como o mais belo e raro diamante,
como o mel que para a abelha é paraíso
GILBERTO D. FERREIRA
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